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Planejamento de Eventos
Posted by Thaiane
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11:12
Unicid – Universidade da Cidade de São Paulo
Gestão Tecnológica em Eventos
Planejamento de Eventos
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São Paulo
Março / 2010
Formula Indy – São Paulo
Barrichello critica Fórmula Indy nas ruas de São Paulo: 'Aqui não é Abu Dhabi'
Futuro piloto da Williams teme pela segurança dos pilotos em prova que será realizada às pressas na capital paulista em março de 2010‘’- São Paulo não é Abu Dhabi, onde construíram uma pista de rua rapidamente e ficou parecendo que é um autódromo mesmo. Não adianta arrumar lugar porque não tem como garantir a segurança do piloto. Acho tão boba essa história de não fazer a prova em Interlagos. No passado, Montreal, no Canadá, já recebeu’’ – diz Barrichello
05/12/09 – por Fernando Poffo
Meira divide times da Indy em classes e vê chave para sucesso nos detalhes
Vitor Meira afirmou que a chave do sucesso das equipes na Indy está nos detalhes do acerto dos carros
Apesar dos custos na Indy serem bem mais baixos que na F1, a diferença entre as equipes é gritante em função quase que exclusivamente do orçamento. Essa é a opinião de Vitor Meira, que defende a pequena Foyt na categoria norte-americana. Meira terminou a prova em São Paulo, no último domingo, na terceira colocação.
Nas garagens montadas no Anhembi, para a disputa da primeira etapa da Indy em 2010 no último final de semana, ficou clara essa disparidade. Enquanto equipes como Penske, Ganassi e Andretti tinham espaço para até quatro carros, além de todo o equipamento técnico, times como a Foyt, FAZZT e a Conquest ocupavam espaços bem menores dentro da área destinada aos trabalhos das equipes.
Em entrevista exclusiva ao Grande Prêmio, Meira afirmou que é difícil quantificar a diferença entre os times, mas disse que as equipes na categoria norte-americana estão divididas em classes, por conta exatamente do dinheiro que é gasto todos os anos.
Bruno Terena/ Grande Prêmio |
"É difícil de quantificar. Porque aí temos questões como a parte financeira, o número de pessoal. Mas hoje existem equipes de classe A, de classe B e C. E não digo classe em termos de performance, mas, sim, em termos de orçamento. E, infelizmente, hoje nós estamos na classe C, que tem um orçamento bem menor, um dos menores da categoria", declarou Vitor. "E orçamento é uma coisa imediata. Agora, por exemplo, depois do pódio, nós temos a possibilidade de até nos acalmar e correr atrás do prejuízo", completou.
Questionado pelo Grande Prêmio sobre a diferença em dinheiro entre as equipes maiores e menores, Meira respondeu: "Eu acho, e essa é apenas a minha opinião e não estou me baseando em nada concreto, que a diferença para as maiores é de cerca de US$ 6 milhões."
O brasiliense também falou sobre as diferenças de se correr com um ou mais carros na equipe. Vale lembrar que a Foyt tem apenas o carro de Meira no grid. "Um carro só é complicado, mas é pior que dois carros ruins. Prefiro um carro que tenha todo o foco da equipe que dois carros que tenham de dividir tudo", disse.
"Já passei por isso. Mas dois carros que precisam dividir a atenção de uma equipe de baixo orçamento é sempre mais difícil. Mas posso colocar da seguinte forma: um carro deixa de ser uma vantagem, mas não é um problema", ressaltou o piloto, que vê nos detalhes o segredo para um bom acerto, já que os modelos da Indy são iguais.
"O motor é igual para todos, e não se pode mexer em nada. O negócio é que é muito detalhe. O carro está aí há tanto tempo. E a pesquisa em corrida nunca é demais. Muita coisa hoje é feita por meio da simulação", declarou Vitor. "Um fim de semana curto como esse que tivemos agora funciona assim: ao invés de a gente chegar com o ‘achômetro’, você chega com a certeza. Isso funciona e aquilo, não. Você já inicia o campeonato anos-luz à frente. E acho que a vantagem das equipes está nos detalhes, para deixar o carro o mais acertadinho possível", explicou.
17/03/2010 – por Evelyn Guimarães
Indy pode adiar novo regulamento para 2012
Segundo dirigente, economia não favorece comprometimento de montadoras
A Indy pode ser obrigada a adiar a introdução de seu pacote de alterações técnicas em seu regulamento para 2012 devido à crise econômica mundial.
As equipes da Indy usaram chassis Dallara com motores Honda nas últimas três temporadas, mas os chefes da categoria pretendiam introduzir uma nova fórmula em 2011, que previa o envolvimento de novas montadoras e revisão dos chassis.
Contudo, segundo o presidente de competições da Indy, Brian Barnhart, seria difícil para as montadoras se comprometerem com tal iniciativa para 2011 devido às dificuldades financeiras que enfrentam.
"Por mais que gostaríamos que isto acontecesse em 2011, para ser honesto com você, meu pressentimento é que, com esse clima econômico e com essa situação, provavelmente vislumbramos algo em torno de 2012 agora", afirmou o dirigente.
Segundo a Indy, além da Honda, Fiat, Audi, Volkswagen e Porsche são outras montadoras que negociam um contrato de fornecimento de motores, embora nenhuma delas tenha acenado positivamente para tal acordo.
Contudo, embora reconheça que nem todas as cinco montadoras entrarão para a categoria, Barnhart considera positivo o fato de manter negociações com todas elas.
"O fato de que temos cinco montadoras envolvidas fala muito. Acho que é um bom indicador a respeito do interesse no futuro da Indy nesta economia", disse o norte-americano.
"Dito isto, quantas delas teremos? Não serão as cinco. Se pudermos fazer com que duas delas se juntem à Honda e saiamos disto com três montadoras, seria uma grande alegria para nós", completou.
Apesar da crise econômica, Barnhart se diz confiante a respeito do futuro da Indy de 2009 em diante.
"Cheguei à conclusão de que estamos melhor posicionados e seremos menos afetados pelo clima econômico do que talvez qualquer outra categoria. Embora não tenhamos atingido o número total de carros que tínhamos em nosso primeiro ano de unificação, tudo mostra que não deve ser muito abaixo disso".
"Acho que algo entre 22 e 24 carros estarão no grid em São Petersburgo para a abertura de nossa temporada. Acho que este é um prognóstico consistente", considerou.
As equipes da Indy usaram chassis Dallara com motores Honda nas últimas três temporadas, mas os chefes da categoria pretendiam introduzir uma nova fórmula em 2011, que previa o envolvimento de novas montadoras e revisão dos chassis.
Contudo, segundo o presidente de competições da Indy, Brian Barnhart, seria difícil para as montadoras se comprometerem com tal iniciativa para 2011 devido às dificuldades financeiras que enfrentam.
"Por mais que gostaríamos que isto acontecesse em 2011, para ser honesto com você, meu pressentimento é que, com esse clima econômico e com essa situação, provavelmente vislumbramos algo em torno de 2012 agora", afirmou o dirigente.
Segundo a Indy, além da Honda, Fiat, Audi, Volkswagen e Porsche são outras montadoras que negociam um contrato de fornecimento de motores, embora nenhuma delas tenha acenado positivamente para tal acordo.
Contudo, embora reconheça que nem todas as cinco montadoras entrarão para a categoria, Barnhart considera positivo o fato de manter negociações com todas elas.
"O fato de que temos cinco montadoras envolvidas fala muito. Acho que é um bom indicador a respeito do interesse no futuro da Indy nesta economia", disse o norte-americano.
"Dito isto, quantas delas teremos? Não serão as cinco. Se pudermos fazer com que duas delas se juntem à Honda e saiamos disto com três montadoras, seria uma grande alegria para nós", completou.
Apesar da crise econômica, Barnhart se diz confiante a respeito do futuro da Indy de 2009 em diante.
"Cheguei à conclusão de que estamos melhor posicionados e seremos menos afetados pelo clima econômico do que talvez qualquer outra categoria. Embora não tenhamos atingido o número total de carros que tínhamos em nosso primeiro ano de unificação, tudo mostra que não deve ser muito abaixo disso".
"Acho que algo entre 22 e 24 carros estarão no grid em São Petersburgo para a abertura de nossa temporada. Acho que este é um prognóstico consistente", considerou.
05/02/2009 – Redação
Curiosidades
- Inspirado na história paulistana e confeccionado pelo artista plástico Paulo Solariz, o Troféu da São Paulo Indy 300 é considerado uma verdadeira obra de arte!
- A corrida de São Paulo terá um diferencial com relação às demais provas da temporada: será a única a ter o etanol brasileiro como combustível oficial, produto renovável e produzido a partir da cana-de-açúcar.
- O traçado do circuito paulistano é obra do neozelandês Tony Cotman, especialista em design de pistas de competição e consultor da Fórmula Indy.
- As arquibancadas do Sambódromo, que comportam milhares de pessoas, foram decisivas para a escolha da região do Anhembi como sede do circuito urbano de São Paulo. De toda forma, a organização do evento montará um complexo extra de arquibancadas para o público.
- Para realizar o evento, a organização do evento São Paulo Indy 300 trouxe nada menos que 300 toneladas de equipamento, a maior parte vinda de Indianópolis, EUA. Entre outros itens, a “bagagem” é representada por 48 carros.
- Para realizar o evento, a organização do evento São Paulo Indy 300 trouxe nada menos que 300 toneladas de equipamento, a maior parte vinda de Indianópolis, EUA. Entre outros itens, a “bagagem” é representada por 48 carros.
- O circuito paulista é detentor de uma marca especial: a reta que passa pela Marginal Tietê, com 1.500 metros de extensão, é considerada a maior de todo o calendário da temporada 2010 de Fórmula Indy!
Foram colocados à venda 36,5 mil ingressos, com preços entre R$ 100 e R$ 500
Planejamento
A Formula Indy é um mega evento. O custo para realizar esse tipo de eventos é cada vez mais alto e necessita de um planejamento estratégico (de longo prazo).
Como a Formula Indy é um evento que acontece todo ano e em vários lugares, ela já tem a base da Estrutura Analítica do Projeto, ou seja, tudo que vai acontecer e a ordem dos acontecimentos já estão pré-determinados e decididos. Seu planejamento, primeiramente tem que se focar de acordo com o local que o cliente deseja que ele aconteça. É viavel o evento acontecer em determinado local?
A maior preocupação para o evento acontecer da melhor maneira é a segurança. Os carros devem estar em perfeito estado, devem haver equipes e equipamentos disponíveis para quelquer eventualidade. A estrutura do local deve ser montada de acordo com o risco. Deve haver proteção na pista para que os carros não tenham contato com o púplico, extintores devem ser posicionados estrategicamente, entre outros.
Pensando na viabilidade, temos que levar em conta toda a infra-estrutura do local e de seus arredores, pois com eventos de grande porte o turismo também aumenta e temos que nos programar para isso pesquisando se existem hoteis e restaurantes dispostos e estruturados para receber o fluxo de pessoas esperadas para o evento e que esse público tenha facil acesso para o local. Meios de transporte, segurança e trânsito também devem ser analisados e estrategicamente sincronizados. É indispensável levar em conta os gastos com esses tipos de adaptações e se o seu custo-benefício terá rendimento aos interessados.
Existem também os gastos com serviços tercerizados como sergurança, recepçao, bilheteria, alimentos e bebidas (se haverá um local destinado a esse serviço, se será feito por ambulantes ou ambos), estacionamento, banheiros quimicos, etc.
A data e a duraçao do evento devem atender ao púplico. Deve ser analizado se o público alvo tem a disponibilidade para o dia escolhido. A formula Indy sempre acontece aos finais de semana, podendo contar com um público maior do que um evento em dias úteis. Se a Formula Indy acontecesse num dia de semana de manhã, a maioria dos seus espectadores não apareceriam, pois estariam no trabalho. Se fosse a noite, a visão noturna não seria tão interessante para os amantes do esporte. Eventos com o mesmo foco ou acontecimentos importantes para a sociedade devem ser estudados e com datas que não interfiram no seu evento.
Mesmo com tudo bem planejado e organizado, deve-se levar em conta os imprevistos. Para isso o evento tem que preparar estruturas estratégicas, ter materiais e profissionais a mais para qualquer eventualidade podendo suportar uma demanda de pessoas maior que a esperada, chuva e acidentes. Ter sempre um plano B é indispensável e uma agenda de fornecedores pode ser a melhor saida quando as coisas estão prontas para dar errado.
Bibliografia

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